A emoção é como um pássaro,
quando se prende já não canta

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

No brano rendilhado

...No branco rendilhado dos luares
sobre a areia
quando o mar se aquieta e o sono chega
com estrelas pingando nas pestanas
de asas negras
quando o silêncio é mais profundo 
nas hastes das palmeiras
a dançar
a noite ergue seu canto mais profano
nas catedrais ungidas de luar...

Mariza Alencastro
(£una)

Um comentário:

M@ria disse...

Longe...as tardes de vento que batiam nas janelas
e espalhavam meus projetos pelo chão.
Hoje, apenas rabiscos denunciam
que uma alma esteve aqui.

Basilina Pereira

Bom dia........Beijos...M@ria